Paris - dezembro/2012 - parte 3

O dia foi intenso! Fomos à pé do nosso hotel para a Cathédrale Notre Dame, que é famosa por seus vitrais e por suas gárgulas nas torres. A igreja fica na Île de la Cité. Fomos tão cedinho que vimos o Sol nascer lá. Às 8h abriram as portas para a visitação, que é gratuita. Ela é um cartão postal da cidade, tem que ir.




Seguimos andando para a Pont Alexandre III, que cruza o Rio Sena, entre os Invalidés e o Grand Palais. É a ponte mais bonita e elegante que já vi na vida.


Em frente ao Grand Palais, pegamos a linha 1 (amarela) do metrô e fomos para o novo Arco do Triunfo, o La Défense. Ele fica na parte moderna da cidade. É um passeio bem interessante. Da escadaria do arco já dá para ter uma vista bacana da cidade velha e do arco antigo. É possível subir até o topo do Arco, mas infelizmente estava fechado (e parece que ainda não tem data para funcionar de novo). Ele está aberto todos os dias, de 10h às 19h. O preço é de 10 euros para adultos e 8,50 euros para crianças e estudantes.




Pegamos a mesma linha do metrô (Linha 1, amarela) e fomos para o Arco do Triunfo original. Ele tem apenas a metade do tamanho do novo, mas é muito mais bonito. Rico em detalhes, o grande Arco liga 12 avenidas da cidade, sendo uma delas a mais importante e famosa: a Champs-Elysées. Também é possível subir no topo deste Arco, aonde temos uma bela vista da cidade, em que vemos o contraste - de um lado Paris tradicional e do outro Paris moderna.Infelizmente, dessa vez não deu tempo. Ele fica aberto todos os dias de 10h às 22h. Os únicos dias que ele está fechado são 1º de janeiro, 1º de maio, 8 de maio, 14 de julho, 11 de novembro e 25 de dezembro. Preço para adultos é 9,50€. Menores de 18 anos em visita com a família entram de graça e deficientes também. Um lugar bom de tirar foto com o monumento, é no meio da rua mesmo, no "canteiro central" Champs-Elysées.


Ainda na mesma linha do metrô, fomos para o Musée du Louvre. Ele fica aberto todos os dias, menos terça, de 9h às 18h. Às quartas e sextas-feiras, ele fica aberto até 21h45 (FIQUE ATENTO! Todos os museus da cidade tem um dia que ficam abertos até mais tarde. É só se programar). Para maiores de 18 anos, o ingresso custa 11 euros. É o maior museu do mundo. Então o ideal é decidir antes o que querem ver mais ou menos - já adianto que não vão ver nem metade da exposição. Pelo menos para traçar uma rota. Infelizmente, dessa vez uma grande parte da exposição estava reformando. Então começamos pela famosa Victoire de Samothrace. De lá, fomos para a Monalisa. Claro, apreciando as obras no caminho.




Pessoalmente, acho a Monalisa muito sem graça. É um quadrinho pequeno em uma sala enorme. Como eu já disse em outro post, mesmo sendo decepcionante, tem que ver, porque é uma das obras de arte mais importantes. Fora que o quadro na parede oposta a ela é maravilhoso, enorme, cheio de detalhes, colorido e lindo (não tenho fotos). Vimos então toda a parte grega, aonde fica a Vênus de Milo (outro must-see), os pintores italianos e toda a parte egípicia, aonde ficam as esfinges e as múmias. Bem legal.

Agora uma triste novidade do Museu, é que não podemos mais chegar perto das pirâmides invertidas (aquela do Código da Vinci, Dan Brown). Tem uma cerca em volta dela e as fotos só são permitidas de longe. Nada de colocar o dedinho na ponta dela.

Em seguida fomos para o Centre Georges Pompidou, um centro de arte, cultura e literatura. Ele está aberto todos os dias exceto terças-feiras e 1 de Maio, de 11:00 às 22 horas (bilheteria fecha às 20 horas). Às quintas-feiras, fica aberto até às 23h. Os preços variam de acordo com a parte que você quer entrar. Para saber mais, clique aqui. Ele é famoso não só por suas exposições, mas por sua excêntrica arquitetura.


Almoçamos por lá mesmo. A região é cheia de pequenos restaurantes, que não são tão caros como no resto da cidade.

Seguimos para o Musée D'Orsay. Ele fica do lado oposto do Rio Sena ao Jardim de Tuileries (em frente ao Louvre). Ele abriga obras de 1848 e 1914, de artistas como Pierre Auguste Renoir, Vincent van Gogh, Edgar Degas, Alfred Sisley, Henri de Toulouse-Lautrec, Amaury-Duval, Jacques-Emile Blanche, Eugène Boudin, Paul Cezanne e muitos outros. Sem dúvidas é o meu museu preferido em Paris. Tudo lindo. Andamos de ponta a ponta e não ficamos cansadas das obras e da beleza do lugar, que era uma antiga estação de trem. Não pode tirar fotos das obras.



E a última dica dessa viagem, é o Restaurante Pomme de Pain. São várias opções de sanduíches em baguetes (nada industrializados), quentinhos e baratos. Comemos bem, por pouco dinheiro e ainda por cima tem wi-fi grátis. Esse restaurante tem em vários pontos da cidade, inclusive na Champs-Elysées.


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