Paris - dezembro/2012 - parte 1

Chegamos em Paris já de tardinha. Ficamos no Hotel du College de France, no Quartier Latin, Sorbonne. No geral, o hotel é bom, tem até elevador (o que em Paris é difícil). Todos os funcionários do hotel tentavam se comunicar com a gente na língua de nossa preferência, nos apontavam caminhos e nos ajudavam na maior boa vontade. Esse hotel fica do lado oposto do Louvre no Rio Sena. Apesar de ser uma região onde tudo fica aberto até mais tarde, tem barzinhos e restaurantes aos montes, etc, é uma região que, saindo da Champs-Elysées, são necessárias pelo menos 3 estações de metro para chegar. Trocar de metro, andar pela estação, essas coisas que no fim do dia a gente já não quer fazer.

Deixamos nossas coisas correndo no hotel e já fomos começar nossos passeios turísticos. Fomos a pé para a Sainte-Chapelle. Sem dúvidas uma das igrejas que mais gostamos, porque ela é bem colorida, diferente das outras. Os ingressos estavam sendo vendidos até às 16h30, já que é inverno, e custam €5,50. Conseguimos chegar logo antes disso, então foi ótimo. Existe a opção de comprar o ingresso casado e visitar também a Conciergerie (lugar que Maria Antonieta ficou presa), mas da última vez que visitei Paris achei esse passeio super dispensável.


De lá, paramos para um lanche no restaurante em frente. O restaurante chama Les Deux Palais. Em clima francês, pedimos um croque monsieur. A comida tava boa e tudo mais, mas o atendimento foi péssimo. Todos na maior má-vontade porque não falamos francês. Por sorte uma francesa resolveu ajudar, porque nem a conta eles traziam.


Fomos andando para a Champs-Elyseès. É longe. Mas foi super agradável. Passamos pelo Louvre todo iluminado, pelo jardim de Tuleries e paramos na roda gigante. O passeio foi legal para matar a curiosidade inicial. Lá de cima vimos a avenida inteira, com o arco iluminado no fundo, a Torre Eiffel, o Louvre e a Praça de La Concorde.


Dali, fomos andando até o fim da avenida. Comemos no Brioche Dorée. O lanche foi barato (raro na avenida) e gostoso. O lugar tem wi-fi e tem em vários pontos da cidade.

No dia seguinte, acordamos cedo e fomos para a Ópera de Paris. Lá é o primeiro ponto do ônibus de turismo L'Open Tour. Compramos dois dias de ingresso e pagamos €34. A princípio, o ônibus nos sirviu bem, porque estava chovendo e conseguimos ver todos os principais monumentos secas. Então paramos no Musée dos Invalides e no Dôme. O ingresso é comprado junto (€9) e os prédios dividem uma parede, bem perto. Ficamos encantadas com o Invalides. O prédio já é lindo de cara. Lá dentro, começamos pela capela, cheia de bandeiras, super legal. Depois descemos para o espaço Charles de Gaulle. É um espaço todo interativo sobre as guerras mundiais. Estávamos com o cronograma apertado, mas quem puder, dar para gastar um bom tempo lá dentro. Seguimos para os demais aposentos do prédio e achamos incríveis os uniformes antigos, as armas que eles usavam, os quadros, mapas, tudo.


Quanto ao Dôme, tive as mesmas impressões que descrevi no post da viagem para Paris em fevereiro. É uma construção enorme, cheia de ouro, que guarda o túmulo de Napoleão no meio e de algumas outras pessoas ligadas a ele nos cantos. O túmulo do Napoleão em si é feio. No meio da sala tem um "buraco" e o túmulo enorme fica no meio. Ele fez o lugar dessa maneira para que todos que fossem visitar fossem obrigados a se curvar para ele. Esse monumento 'guarda-túmulo' vale a pena, é bem legal."



Completamos o circuito do ônibus e voltamos para a Opera. Paramos para almoçar no Tabac Le Mondial, uma brasserie onde comemos um tagliatelle com salmão. A comida estava boa, mas um pouco sem tempero. O prato custou cerca de €13 e valeu a pena.

Como a chuva não parou, pegamos o ônibus novamente. Muito ruim esse ônibus. A linha que queríamos não passou lá nem por decreto. Depois de esperar muito pegamos a outra linha novamente na esperança de pegar a que queríamos em outro ponto. Infelizmente os motoristas eram extremamente grosseiros. Ah, sem falar que ele nos atrasou depois de parar o ônibus algumas vezes para fumar. Ele só curou um pouco da nossa insatisfação com a companhia quando em uma das vezes que parou o veículo já estava escurecendo e tivemos a oportunidade de ver de pertinho a Torre Eiffel brilhando. Ele até esperou a gente tirar uma foto lá fora!


De noite fomos para a Galerie Lafayette. A loja é linda. Ainda mais enfeitada para o Natal. Apesar dela ter marcas inacessíveis para nós, como Hermés, ela também tem Zara, Mac e outras. Vale a visita pelo menos para ver a construção.

 

Mais tarde fomos comer e "comprar" na Champs-Elysées.

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